A morte de um homem, de 50 anos, após uma parada cardiorrespiratória dentro de uma academia, registrada na manhã de segunda-feira (9), em Brasília, reacendeu o alerta sobre os cuidados necessários antes de iniciar atividades físicas, especialmente entre pessoas com fatores de risco.
Segundo o cardiologista Antônio Monteiro, a avaliação cardiológica é indispensável antes do início ou da retomada de uma rotina de treinos, principalmente para pessoas acima dos 35 anos, sedentárias ou que apresentam histórico de hipertensão, diabetes, colesterol alto, tabagismo ou casos de doença cardíaca na família. “A consulta clínica é o primeiro passo e já fornece muitas informações importantes. O eletrocardiograma de repouso costuma fazer parte dessa avaliação inicial e, dependendo do perfil do paciente, pode ser indicado também o teste ergométrico”, explica.
A Polícia Civil do Distrito Federal ainda investiga as circunstâncias da morte na academia, mas o caso reforça a importância do acompanhamento profissional como medida indispensável para a prática segura de exercícios. “A avaliação cardiológica antes do início da atividade física não deve ser vista como burocracia, mas como uma medida de segurança fundamental, especialmente para quem passou muito tempo sedentário”, orienta Monteiro.
Importância da Avaliação Cardiológica e Acompanhamento Profissional
O médico ressalta que até mesmo pessoas com histórico de doenças cardíacas podem e devem praticar atividades, desde que com liberação médica. “A atividade física faz parte do tratamento e da prevenção das doenças cardiovasculares. O cuidado está na escolha da modalidade, na intensidade adequada e na progressão gradual dos exercícios”, afirma.
Depois da consulta, é necessário que o indivíduo faça uma segunda avaliação, desta vez com um profissional de educação física, que vai ser o responsável por montar o treino de acordo com o laudo do médico. O personal trainer Ramon Tabosa destaca que esse processo de avaliação permite identificar limitações, objetivos e possíveis restrições de cada pessoa. “Na avaliação a gente consegue identificar se o aluno tem algum problema de locomoção, se é idoso, criança ou adulto. A partir disso, o treino é montado de forma específica para aquela pessoa”, explica.
Para quem nunca treinou, o início deve ser gradual e baseado em movimentos simples do dia a dia. “O começo seguro é com exercícios básicos, sentar, levantar, puxar e empurrar. Isso prepara o corpo para atividades mais intensas no futuro”, afirma Ramon. Ele também reforça que pessoas com cardiopatias só devem iniciar os treinos com laudo médico. “Com esse documento, a gente consegue identificar quais atividades o aluno pode fazer com segurança”.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2026/14:14:55
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