GERALPARÁ

Ananindeua confirma 37 casos e três mortes por doença de Chagas

Suspeita é de contaminação por via oral, possivelmente relacionada a falhas no preparo do açaí; prefeitura reforça fiscalização e acompanhamento dos casos.

Ananindeua tem 37 casos confirmados e 3 mortes por doença de chagas em 2026

Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, vive um momento de atenção com o avanço dos casos de doença de Chagas no município. Até o momento, foram confirmados 37 casos e três mortes relacionadas à infecção, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).

A principal suspeita, de acordo com a Sesau, é a transmissão por via oral, associada a falhas no processo de preparo do açaí. A secretaria informou que acompanha todos os casos confirmados seguindo os protocolos do Ministério da Saúde e que realiza fiscalizações rotineiras nos pontos de comercialização do fruto.

Para quem trabalha com a venda do produto, o cuidado foi reforçado. Em Ananindeua, comerciantes têm buscado tornar visível para os clientes o passo a passo da manipulação correta do açaí, como forma de garantir segurança alimentar e confiança no consumo.

O alerta ganhou força após a confirmação das mortes. O primeiro óbito foi registrado no dia 3 de janeiro. Um dos casos é o de Ronald Maia Silva, de 26 anos, que apresentou os primeiros sintomas no início de dezembro. Ele passou por atendimento em uma UPA de Ananindeua e em dois pronto-socorros de Belém, permanecendo mais de 20 dias sem diagnóstico fechado.

Contaminação via açaí

Segundo o médico infectologista Alessandre Guimarães, a doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e pode ser transmitida por diferentes vias.

“A transmissão oral pode ocorrer quando o açaí é contaminado durante o preparo, especialmente quando não são adotadas medidas sanitárias adequadas”, explicou.

Diante do aumento dos registros, a Secretaria de Saúde de Ananindeua reconhece que o município enfrenta um surto de doença de Chagas e reforça a importância da fiscalização, da adoção de boas práticas sanitárias pelos comerciantes e da atenção dos consumidores ao local onde compram o produto.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/01/2026/08:41:40

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