GERALPARÁ

Médica é presa em Belém por tentar fraudar concurso na Universidade do Estado do Pará

Candidata foi presa em flagrante durante prova de residência médica. UEPA afirma que processo seletivo segue normalmente.

Uma médica do Maranhão foi presa em flagrante, em Belém, suspeita de tentar fraudar o concurso dos Programas de Residência Médica 2026 da Universidade do Estado do Pará (Uepa). Ela foi detida no momento em que realizava a prova em um dos campi da instituição.

A prisão ocorreu no domingo (18). Segundo a Polícia Civil, a candidata utilizava um celular e um ponto eletrônico para receber informações durante o exame. O material foi encontrado escondido sob a roupa da suspeita. Ela foi encaminhada à Seccional da Sacramenta, onde foi autuada por fraude em exame ou processo seletivo previsto em lei, e permanece à disposição da Justiça.

A fraude foi identificada no campus V da Uepa, no Centro de Ciências Naturais e Tecnologia, no bairro do Marco. Fiscais do concurso acionaram a Polícia Militar após serem alertados por outro candidato, que desconfiou da atitude da mulher, que estaria lendo as questões em voz alta e fotografando a prova.

Em nota, a Uepa informou que a candidata foi imediatamente eliminada do processo seletivo, conforme previsto em edital. A universidade destacou ainda que as provas dos Programas de Residência Médica 2026 foram aplicadas em quatro campi de Belém e no campus XII, em Santarém, com a participação de 2.027 candidatos inscritos.

Na Região Metropolitana de Belém, os candidatos disputam 198 vagas em 38 especialidades, com atuação em unidades como o Hospital das Clínicas, Hospital Metropolitano, Hospital Ophir Loyola, Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará e na própria Uepa. Em Santarém, são ofertadas 27 vagas em 11 especialidades, com atendimento nas UPAs do município.

A Uepa reiterou o compromisso com a segurança e a lisura na aplicação das provas e informou que seguirá o cronograma previsto no edital.

O Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA) informou que, até o momento, não foi formalmente notificado por autoridade competente sobre o caso. Segundo o órgão, após o recebimento de documentos oficiais, como o auto de prisão em flagrante, será feita análise técnica e jurídica para avaliar a abertura de sindicância por possível infração ética.

A defesa da investigada não foi localizada até a última atualização desta reportagem.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/01/2026/08:06:27

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