A delegada da Polícia Civil Layla Lima Ayub, de 36 anos, foi presa na manhã desta sexta-feira (16), na zona Oeste de São Paulo, durante operação da Corregedoria da Polícia Civil em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público paulista. Ela é investigada por envolvimento com o crime organizado e suspeita de atuar em benefício do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Layla foi detida em um sobrado ao lado do namorado, Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como “Dedel”, apontado pelas autoridades como um dos líderes do PCC no Pará. A prisão ocorreu apenas dez dias após a delegada ter tomado posse oficialmente no cargo, em cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (PL).
De acordo com as investigações, Layla manteve relacionamento amoroso com o líder faccionado enquanto já exercia funções públicas, além de ser suspeita de lavagem de dinheiro e exercício irregular da advocacia. Em depoimento à Corregedoria, ela admitiu ter atuado como advogada de um integrante do Comando Vermelho, facção rival ao PCC, após sua posse, alegando que o desligamento formal da OAB ainda não havia sido concluído.
Outro ponto apurado envolve a compra de uma padaria na zona Leste da capital paulista, que, segundo os investigadores, poderia ser utilizada para ocultar recursos ilícitos oriundos do tráfico de drogas.
A delegada teria conhecimento de que um integrante da facção atuaria como “laranja” no negócio.
Layla Lima Ayub foi indiciada por organização criminosa, associação para o tráfico, falsidade ideológica e exercício irregular da profissão. A Justiça decretou prisão temporária por 30 dias, prorrogáveis por igual período. Ela permanece detida no 6º Distrito Policial, no bairro do Cambuci, e deverá passar por audiência de custódia neste sábado (17).
Fonte: Reportagem: Val-André Mutran (Brasília-DF) e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/01/2026/10:39:05
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