A espécie Oligoryzomys nigripes é uma das mais estudadas. Conhecido também como “camundongo-do-mato” ou “rato-do-arroz-de-patas-negras”, o animal está presente principalmente em áreas de Mata Atlântica e já foi relacionado ao vírus Juquitiba. Pesquisas genéticas realizadas no Rio de Janeiro e em outras regiões brasileiras identificaram linhagens do hantavírus diretamente nesses roedores.
A transmissão para humanos ocorre principalmente pelo ar. De acordo com o Ministério da Saúde, a infecção costuma acontecer quando pessoas respiram partículas contaminadas após contato indireto com locais onde há fezes, urina ou saliva de roedores infectados. Ambientes fechados e pouco ventilados, como galpões, paióis e casas de campo, são considerados áreas de maior risco.
A cepa Andes é a única com transmissão entre humanos já documentada. Identificada principalmente na Argentina e no Chile, essa variante do hantavírus é a mesma encontrada no cruzeiro. O principal reservatório natural dessa cepa também é um “ratinho-do-arroz” do gênero Oligoryzomys, em particular a espécie Oligoryzomys longicaudatus, encontrada na região andina da América do Sul.

Outras espécies do mesmo gênero também carregam hantavírus. Um estudo taxonômico sobre o Oligoryzomys utiaritensis apontou que o roedor é reservatório natural do vírus Castelo dos Sonhos, identificado no norte do Brasil. Segundo os pesquisadores, espécies do gênero Oligoryzomys são frequentemente encontradas na América Latina e desempenham papel importante na manutenção natural desses vírus.
Os roedores reservatórios vivem principalmente em áreas silvestres. Pesquisadores destacam que esses animais habitam regiões de Cerrado, Mata Atlântica e áreas rurais próximas a plantações. Mudanças ambientais, desmatamento e expansão agrícola também são apontados como fatores que podem aumentar o contato entre humanos e os reservatórios naturais do vírus.
Fonte: UOl e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 09/05/2026/13:17:26
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