‘Vício dela era ser traficante das estrelas’, diz amigo da ‘Rainha da Cetamina’, presa por morte de Matthew Perry

Conhecido mundialmente por interpretar Chandler em “Friends”, Perry morreu aos 54 anos após ingerir altas doses de cetamina. A autópsia indicou que ele passou mal e se afogou em uma banheira de hidromassagem.

A substância, também chamada de quetamina, é usada há décadas como anestésico e no tratamento de depressão. Apesar de aplicações médicas, especialistas alertam que o uso sem controle pode levar à dependência.

Reportagem da BBC apontou que Sangha levava uma vida de luxo em Los Angeles, com festas frequentes e grande circulação de drogas.

Em um imóvel ligado a ela, o FBI encontrou cetamina, cocaína, medicamentos e uma arma. Investigadores a classificaram como uma traficante com grande estoque e acesso a clientes de alto padrão.

Jasveen Sangha foi condenada a 15 anos de prisão nesta semana — Foto: Fantástico
Jasveen Sangha foi condenada a 15 anos de prisão nesta semana — Foto: Fantástico

Amigos e conhecidos, no entanto, contestam a imagem de “chefona”. Um deles afirmou que ela não era uma grande distribuidora, mas alguém inserido em um círculo onde o uso da substância era comum. Outro questionou por que Perry teve acesso à droga, mesmo com histórico de dependência.

O ator havia sido apresentado à cetamina de forma legal, durante tratamento em uma clínica de reabilitação na Europa. Depois, já em Los Angeles, passou a buscar a substância fora de ambientes médicos, mesmo após recomendações para interromper o uso.

Seis semanas antes da morte, Perry contava com dois médicos — Mark Chavez e Salvador Placencia — que também foram indiciados. Mensagens reveladas na investigação mostram Placencia dizendo: “Vamos ver quanto conseguimos fazer esse idiota pagar”.

Ao procurar alternativas mais baratas, o ator chegou até Sangha, que, segundo investigadores, atuava junto a uma clientela de celebridades.

“Ela era, em essência, a chefona. Uma traficante com grande estoque”, afirmou Bill Bodner, que liderou a investigação.

Ao todo, cinco pessoas foram acusadas no caso. Sangha admitiu ter fornecido drogas que contribuíram para a morte do ator. Os médicos também se declararam culpados.

A investigação conclui que, embora haja responsabilidade criminal dos envolvidos, Perry enfrentava uma longa batalha contra o vício e deveria ter recebido maior suporte ao longo do tratamento.

De herdeira a suspeita de tráfico

Jasveen Sangha cresceu em um ambiente privilegiado. Os avós eram multimilionários do setor da moda em Londres, e os pais administravam franquias de uma rede de lanchonetes.

Ela estudou na Universidade da Califórnia, em Irvine, e depois voltou ao Reino Unido para fazer um MBA.

Para investigadores, a trajetória levanta uma pergunta central: como alguém com esse perfil teria se tornado uma fornecedora de drogas em larga escala?

Segundo ele, Sangha teria vendido cetamina envolvida em pelo menos duas mortes: uma em 2019 e outra a de Matthew Perry.

Pessoas próximas à acusada, no entanto, contestam a imagem de grande traficante.

Tony Marquez, que diz ter sido amigo de Sangha, afirma que ela fazia parte de um grupo que consumia drogas recreativas, mas não era uma líder do tráfico. “Ninguém a conhecia como ‘rainha da cetamina’. Isso é coisa da mídia”, disse.

Outro amigo, Jash Negandhi, afirmou que nunca soube de envolvimento dela com venda de drogas. Ele também levanta dúvidas sobre o caso de Perry. “Eu não acho que foi ela que iniciou a transação”, disse, mencionando o histórico de dependência do ator.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 14/04/2026/09:50:38

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