Roubos e furtos de celulares somam mais de 500 registros em Santarém

Segundo a Delegacia de Repressão a Roubos, o registro da ocorrência é fundamental tanto para a tentativa de recuperação do aparelho quanto para evitar que o número do celular seja usado em golpes ou outros crimes. O procedimento pode ser feito presencialmente ou pela Delegacia Virtual da Polícia Civil.

O delegado Erik Peterson explicou que o registro detalhado aumenta as chances de localização do aparelho. Ele destacou a necessidade de informar o IMEI, além de marca, modelo e cor do celular. O delegado orienta que “colocar o e-mail do aparelho, que são aqueles 15 números que vêm na nota fiscal ou na caixa do aparelho, colocar a marca, o modelo, a cor do aparelho, assim como o número do telefone que esse aparelho estava sendo utilizado”.

A polícia também alerta que parte dos celulares acaba desmontada para venda de peças, o que dificulta a recuperação. Ainda assim, aparelhos revendidos a terceiros podem ser identificados e devolvidos aos proprietários. O delegado afirmou que “os aparelhos que são vendidos e passam para terceiras pessoas a gente consegue recuperar e devolver”.

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Outro ponto de atenção é a compra de celulares usados. A Polícia Civil alerta que adquirir aparelhos sem nota fiscal ou procedência pode configurar crime de receptação. A orientação é clara: “não comprar celulares sem caixa, nota fiscal ou identificação do verdadeiro proprietário”, reforçou o delegado.

Em dezembro, a Polícia Civil conseguiu recuperar e devolver 21 celulares que haviam sido roubados, furtados ou extraviados, resultado de ações da chefia de operações da seccional.

Além da atuação policial, especialistas reforçam a importância da prevenção. O especialista em segurança digital Marcos Costa destacou que o celular concentra hoje informações sensíveis, como dados bancários e pessoais. Segundo ele, “tudo está lá. Contas bancárias, conversas, cenas. Então, virou hoje um, podemos dizer, um atrativo para os criminosos”.

Entre as recomendações estão o uso de senhas diferentes, biometria, reconhecimento facial, verificação em duas etapas e a ativação de ferramentas de rastreamento. O especialista alertou que “quanto mais barreiras de segurança o usuário cria, mais difícil fica a ação criminosa”.

Diante do cenário, as autoridades reforçam que registrar a ocorrência, adotar medidas de segurança digital e ter cautela na compra de aparelhos usados são atitudes essenciais para reduzir prejuízos e dificultar a atuação de criminosos.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/01/2026/08:26:28

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