Quem eram os italianos que morreram nas Maldivas

As autoridades das Maldivas e da Itália investigam a morte de cinco turistas italianos durante uma expedição de mergulho em cavernas subaquáticas no Atol de Vaavu, nas Maldivas, ocorrido na quinta, 14. O grupo explorava uma área a cerca de 50 metros de profundidade quando desapareceu. A tripulação da embarcação acionou as equipes de resgate após os mergulhadores não retornarem à superfície.

Entre as vítimas estão profissionais ligados à Universidade de Gênova, além de um instrutor de mergulho experiente. O caso ganhou repercussão internacional pela trajetória acadêmica e científica das vítimas e pelas circunstâncias ainda misteriosas do acidente.

A professora Monica Montefalcone, de 52 anos, era uma referência em Ecologia Marinha e atuava há mais de duas décadas em pesquisas sobre ecossistemas costeiros, mudanças climáticas e preservação dos oceanos. Ela coordenava projetos ambientais voltados ao monitoramento da temperatura marinha e ao impacto da atividade humana nos mares italianos. A pesquisadora também liderava estudos sobre a preservação da Posidonia oceanica, planta considerada essencial para o equilíbrio ambiental do Mediterrâneo.

Outra vítima foi a pesquisadora Muriel Oddenino, de 31 anos, formada em Ciências Naturais. Ela participou de diversos estudos científicos ligados à conservação de habitats marinhos e ao monitoramento ambiental de áreas protegidas no Mediterrâneo.

O grupo também incluía Federico Gualtieri, de 31 anos, recém-formado em Biologia Marinha e Ecologia. O pesquisador dedicou a tese de graduação à biodiversidade marinha dos atóis centrais das Maldivas.
Federico Gualtieri era formado em Biologia Marinha e Ecologia. Foto: reprodução/Instagram 

Além dele, morreu o instrutor Gianluca Benedetti, de 44 anos. Ex-banqueiro, ele abandonou a carreira no mercado financeiro para viver no arquipélago asiático e trabalhar profissionalmente com mergulho. Certificado pela Padi, principal organização internacional da modalidade, Gianluca era conhecido entre operadores turísticos da região.

As autoridades locais ainda tentam esclarecer o que provocou a tragédia. A Embaixada da Itália no Sri Lanka acompanha o caso e presta apoio às famílias das vítimas. Em nota oficial, a Universidade de Gênova lamentou a morte dos pesquisadores e destacou a importância acadêmica e científica dos profissionais envolvidos no acidente. Enquanto isso, investigadores analisam as condições do mergulho, os equipamentos utilizados e as circunstâncias do desaparecimento do grupo durante a exploração subaquática.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 16/05/2026/06:44:40

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