Prefeitura, Bombeiros e Defesa Civil monitoram danos provocados por chuva torrencial em Santarém

De acordo com informações do meteorologista Lucas Vaz, professor da Ufopa, foram registrados 168 mm de chuvas em Santarém nas últimas 96h, conforme dados coletados de pluviômetro no bairro Matinha. O volume corresponde a 52% do que era esperado para todo o mês de março, em que o normal climatológico é de cerca de 325,5 mm.

O comandante de socorro do 4º GBM, sargento Campos, falou ao repórter da 94 FM, Alcindo Lima, sobre as principais ocorrências registradas e os bairros com mais chamados durante a forte chuva que atingiu a região.

“Vários pontos de alagamento, principalmente nos bairros Prainha e Santarenzinho, além da orla da cidade. A gente observa que, na maioria dos sumidouros, por onde a água escoa, há grande quantidade de lixo, o que dificulta o escoamento e provoca alagamentos”, contou o sargento Campos.

Um dos pontos mais críticos afetados pela chuva foi a Avenida Pedro Gentil, no bairro Santíssimo, onde aproximadamente 13 famílias tiveram perda total de móveis em uma vila residencial.

Em algumas casas dessa área, foram identificados danos estruturais, com paredes que chegaram a desabar.

Maquinários estão nas ruas de Santarém após forte chuva — Foto: Alcindo Lima/94 FM
Maquinários estão nas ruas de Santarém após forte chuva — Foto: Alcindo Lima/94 FM

Em entrevista à 94 FM, a moradora Zildemar dos Santos Ferreira contou que vive no local há mais de 50 anos e descreveu a noite como de terror.

“Além de perder tudo, minha casa caiu. As paredes caíram todas, e não tem nem como entrar lá para pegar um documento. Todas as famílias que moram aqui foram atingidas”, relatou Zildemar.

O prefeito de Santarém, Zé Maria Tapajós (MDB), afirmou que outras ocorrências foram registradas, mas destacou que a situação mais crítica é na Avenida Pedro Gentil, onde as famílias perderam tudo.

“Aqui na Pedro Gentil, vemos que esses moradores estão na situação mais crítica que encontramos até agora, porque a área fica abaixo do nível da rua, cerca de um metro, e a água não teve para onde escoar. Ela entrou nas casas, deixando o pessoal em uma situação difícil, com perda total dos bens”, disse o prefeito.

Zé Maria Tapajós informou ainda que, pelo “olhar humano”, acredita que não há possibilidade de as famílias permanecerem no local. No entanto, será necessário um estudo técnico dos órgãos competentes para avaliar a situação.

“Nós vamos aguardar o laudo da Defesa Civil. Ao meu ver, eles não têm condições de permanecer aqui, mas isso é uma percepção pessoal. Agora vamos ver a avaliação técnica”, completou.

Outros prejuízos

Durante a edição desta sexta-feira (20) do Bom Dia Tapajós, o repórter Waldiney Ferreira visitou outros pontos atingidos pela chuva torrencial.

Entre os pontos estão:

  • Parte do muro da usina de energia Tribunal Regional Eleitoral na rua Castelo Branco que desabou.
  • O muro de contenção da frente do mercadinho da Feira da Prainha também sofreu danos severos.
  • Casa de apoio de Almerim precisou de ajuda dos bombeiros que foram lá para tirar as pessoas que vieram do município para fazer tratamentos de saúde em Santarém.
  • Carros que ficaram submersos nas águas e até levados pela correnteza em pontos alagados.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 20/03/2026/13:14:41

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