Policial que agrediu idosos em elevador tem prisão revogada

Em nota, a defesa de Luciano Testa, representada pelo advogado Rodrigo Pouso Miranda, declarou que as decisões judiciais devem ser fundamentadas na Constituição, na lei e nas provas do processo, e não na repercussão do caso.
Na decisão, o magistrado substituiu a prisão por medidas cautelares. Luciano está proibido de entrar no condomínio onde ocorreram as agressões, de se aproximar das vítimas a menos de 300 metros e de manter contato com elas por qualquer meio. Também não poderá deixar a Comarca de Cuiabá sem autorização judicial, deverá comparecer mensalmente em juízo e terá de entregar, em até 48 horas, as armas de fogo que possuir, permanecendo com o porte suspenso.
Ao analisar o caso, o juiz considerou que houve mudança nas circunstâncias que motivaram a prisão preventiva. Conforme a decisão, uma das vítimas deixou Mato Grosso e passou a morar em outro estado, reduzindo o risco de novos confrontos.
“A saída das vítimas do condomínio constitui fato novo relevante, que altera substancialmente o quadro fático que embasou o decreto prisional”, destacou o magistrado.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) defendeu a manutenção da prisão preventiva, argumentando que a gravidade da conduta ficou evidenciada pelo fato de as vítimas terem deixado a própria residência por medo do investigado. O órgão também mencionou a repercussão do caso.
Ao negar o pedido, o juiz ressaltou que Luciano Testa se apresentou espontaneamente à Polícia Civil e afirmou que a repercussão pública do caso não é motivo suficiente para manter a prisão preventiva.
Entenda o caso
Um vídeo de câmeras de segurança registrou o momento em que o policial civil aposentado Luciano Testa, de 56 anos, agride um casal de idosos dentro do elevador de um condomínio no bairro Cidade Alta, em Cuiabá
As imagens mostram o homem discutindo com uma das vítimas antes de desferir socos. A mulher tenta intervir, mas é empurrada. Segundo a Polícia Civil, o idoso continuou sendo agredido com golpes no rosto e nas costelas.
À reportagem, a Polícia Civil informou que o caso foi registrado como injúria, lesão corporal e importunação sexual.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 10/07/2026/14:45:08
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com