Polícia do Paraguai entrega à Polícia Federal homem foragido há mais de 30 anos por matar ex-esposa com 72 facadas

Panissa foi condenado a mais de 20 anos de prisão por matar a ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas. Ele era considerado foragido desde 1995 e chegou a constar na lista vermelha da Interpol.

O assassinato aconteceu em Londrina, no norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989.

Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes, por não aceitar ver Fernanda começando um novo relacionamento. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.

Antônio Carlos Andrade Viana, advogado que atua na defesa de Panissa, afirmou que vai avaliar a legalidade da prisão e pedirá a revisão da pena.

“Não é que ele esteja pleiteando a absolvição. Ele confessou o crime, perdeu a cabeça, fez um crime pavoroso que chocou a família e a sociedade, mas nem por isso nós devemos sair da legalidade desse assunto”, disse o advogado.

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Série de julgamentos

Em 1991, Marcos foi condenado a 20 anos e 6 meses de prisão pelo assassinato da ex-esposa. Houve um protesto por novo júri — recurso da defesa que permitia um novo julgamento quando a condenação fosse igual ou superior a 20 anos, mas que foi revogado em 2008.

No ano seguinte, em um novo julgamento, Panissa foi condenado a 9 anos de prisão. O Ministério Público recorreu e o júri foi anulado com base em uma composição irregular do conselho de sentença e decisão em desacordo com as provas dos autos.

Enquanto isso, Panissa respondia ao processo em liberdade.

No dia marcado para o terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao tribunal, teve a prisão preventiva decretada e, desde então, estava foragido.

Em 2008, uma nova sessão do Tribunal do Júri foi convocada após uma mudança na lei, que permitiu o julgamento à revelia. Com a alteração, não é mais necessária a presença do réu em plenário do Júri para que o julgamento possa ser realizado.

Naquele julgamento, ele foi condenado a 21 anos e 6 meses de prisão. A pena não havia começado a ser cumprida porque ele não foi localizado.

Em 2018, a juíza Elisabeth Khater destacou no processo que, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, a pena fixada na condenação iria prescrever e ele não poderia ser preso.

A juíza pediu, na época, para que a Interpol prorrogasse a validade do alerta na Difusão Vermelha – ferramenta de cooperação policial internacional que ajuda a localizar pessoas procuradas pela Justiça para fins de extradição.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 17/04/2026/07:13:40

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