Peixe popular nas mesas brasileiras entra na lista dos mais tóxicos do mundo

A imagem de alimento nutritivo e aliado da saúde ajudou a impulsionar o consumo, mas especialistas alertam para um aspecto pouco discutido: o salmão de cativeiro pode oferecer riscos relevantes à saúde quando consumido com frequência.
Produção intensiva levanta alertas
Diferentemente do salmão selvagem, a maior parte do produto disponível no Brasil vem de sistemas de criação intensiva. Nesses ambientes, milhares de peixes são mantidos em tanques ou jaulas marinhas com espaço reduzido, o que favorece a proliferação de doenças e parasitas.
Para conter esses problemas, a indústria recorre com frequência a antibióticos, pesticidas e outros compostos químicos. Parte dessas substâncias se acumula na gordura do peixe e pode chegar ao consumidor final.
O que apontam estudos e especialistas
Pesquisas e órgãos de saúde pública vêm chamando atenção para a qualidade do salmão cultivado. Estudos indicam que peixes criados em cativeiro podem apresentar níveis elevados de parasitas e de contaminantes tóxicos, como dioxinas e PCBs, associados a distúrbios hormonais e neurológicos.
Também são citados metais pesados, como mercúrio e arsênio, além de resíduos de antibióticos e pesticidas, cujo consumo contínuo pode contribuir para resistência bacteriana. Outro ponto é o uso de corantes artificiais, aplicados para reproduzir a coloração natural do salmão selvagem.
O risco tende a ser maior quando o peixe é consumido cru, prática comum na culinária japonesa, já que a ausência de cozimento aumenta a exposição a parasitas.
Como consumir salmão com mais segurança
Apesar dos alertas, o salmão segue sendo uma importante fonte de ômega-3 e proteínas. Nutricionistas recomendam atenção à procedência e ao modo de consumo. Entre as orientações estão verificar a origem do produto, priorizar fornecedores com boas práticas de criação e, sempre que possível, optar pelo salmão selvagem.
Também é indicado moderar o consumo cru e diversificar as fontes de ômega-3 na dieta, incluindo peixes como sardinha, cavalinha e atum.
Escolha consciente faz a diferença
A popularidade do salmão não elimina a necessidade de cautela. Entender como o peixe é produzido e de onde ele vem permite decisões mais seguras à mesa.
A recomendação geral dos especialistas é clara: consumir com equilíbrio, variar o cardápio e dar preferência a alimentos com procedência rastreável e menor grau de processamento.
Fonte: Diário do Litoral e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/01/2026/17:05:28
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