MPPA denuncia 53 investigados por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Operação Iara

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio da Promotoria de Justiça de Prainha, apresentou cinco denúncias criminais contra 53 investigados por envolvimento em organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais, no âmbito da Operação Iara.

A operação foi deflagrada em 21 de janeiro de 2026, no oeste do Pará, e ocorreu simultaneamente em outros sete estados brasileiros. As denúncias foram oferecidas após a análise de um amplo conjunto de provas reunidas durante investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Pará.

Entre os elementos utilizados estão relatórios de investigação financeira, análises técnicas e dados de monitoramento de Estações Rádio Base (ERB), que permitiram identificar vínculos entre os investigados, mapear deslocamentos e reconstruir a atuação do grupo.

Segundo as investigações, a organização criminosa atuava na rota fluvial do Rio Solimões, considerada um dos principais corredores logísticos do narcotráfico na região Norte. O grupo seria responsável não apenas pela comercialização de drogas, mas também pela movimentação e ocultação de recursos ilícitos, por meio de pessoas interpostas, empresas e bens utilizados para dissimular a origem do dinheiro.

De acordo com o MPPA, os investigados desempenhavam funções distintas dentro da organização, como transporte e distribuição de entorpecentes, suporte logístico e movimentação financeira destinada à lavagem de capitais.

As denúncias incluem crimes previstos no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006 (tráfico de drogas), artigo 35 da mesma lei (associação para o tráfico) e artigo 1º da Lei nº 9.613/1998 (lavagem de capitais).

Durante a investigação, o Poder Judiciário autorizou diversas medidas cautelares para desarticular o grupo. Ao todo, foram cumpridos 27 mandados de prisão preventiva, 67 mandados de busca e apreensão e 18 medidas cautelares diversas da prisão.

As decisões judiciais também determinaram o bloqueio de cerca de R$ 58 milhões em ativos financeiros, além do sequestro de imóveis, indisponibilidade de veículos e outras restrições patrimoniais, medidas consideradas estratégicas para interromper as cadeias financeiras da organização criminosa.

Segundo o MPPA, o enfrentamento ao narcotráfico exige atuação integrada entre órgãos de investigação e persecução penal, especialmente para identificar e atingir as estruturas financeiras que sustentam organizações criminosas.

Fonte: Promotoria de Justiça de Prainha e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 13/03/2026/14:07:57

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