Morte de Oscar Schmidt tem causa confirmada; saiba mais

A morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, foi causada por uma parada cardiorrespiratória após o jogador passar mal em casa, em Santana de Parnaíba, segundo informações divulgadas pela prefeitura do município. Conhecido como “Mão Santa”, o ídolo do esporte brasileiro morreu nesta sexta, 17, aos 68 anos, encerrando uma trajetória marcada por talento, recordes e uma luta silenciosa contra o câncer no cérebro, diagnosticado há mais de 15 anos.
De acordo com a administração municipal, Oscar chegou a ser socorrido pelo serviço de resgate e encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, mas já deu entrada na unidade sem sinais vitais. A confirmação da morte rapidamente repercutiu no país e no exterior, dada a relevância do atleta, que construiu uma carreira histórica tanto na seleção brasileira quanto em clubes.
Oscar lutou contra tumor cerebral
Ao longo dos últimos anos, Oscar Schmidt enfrentava um tumor cerebral, condição que exige atenção contínua e pode evoluir de forma agressiva. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), os tumores do Sistema Nervoso Central — grupo que inclui o cérebro — representam entre 1,4% e 1,8% de todos os cânceres malignos no mundo. No Brasil, a estimativa é de mais de 12 mil novos casos entre 2026 e 2028, o que reforça a relevância do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico especializado.
Esse tipo de tumor é caracterizado pela multiplicação desordenada de células no cérebro, podendo ser benigno ou maligno. No entanto, mesmo formações não cancerosas podem provocar consequências graves, já que o cérebro está confinado no crânio, uma estrutura rígida que não permite expansão. Com isso, o crescimento de qualquer lesão pode comprometer funções vitais, causando sintomas que vão desde fraqueza e alterações cognitivas até perda de visão.
Especialistas explicam que os tumores cerebrais podem ser classificados como primários — quando se originam no próprio sistema nervoso — ou secundários, nos casos de metástase. Entre os mais agressivos está o glioblastoma, tipo que tem se tornado mais frequente com o envelhecimento da população e costuma apresentar evolução rápida.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 18/04/2026/07:15:16
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