Ministros do STF se mobilizam por Messias; aliados de Alcolumbre veem risco de derrota para Lula

Para ser nomeado ministro do Supremo, Messias precisa passar uma sabatina no Senado e ter a sua candidatura aprovada em votação no plenário.
Dentro do STF, a avaliação reservada é a de que, apesar de uma ala ligada ao ministro Alexandre de Moraes ter demonstrado preferência inicial por Rodrigo Pacheco (PSB-MG), esse debate foi superado. Hoje, prevalece entre um grupo de ministros o entendimento de que é melhor aprovar agora um nome indicado por Lula do que correr riscos no cenário pós-eleitoral — especialmente em caso de mudança no comando do Planalto.
A preocupação também passa pelo funcionamento da Corte. Em meio a uma crise institucional, ministros avaliam que manter uma cadeira vaga fragiliza ainda mais o Supremo.
No Congresso, porém, o ambiente é outro. Segundo relatos de aliados de Davi Alcolumbre, presidente do Senado (União Brasil-AP), ele conversou com Lula por telefone há cerca de 15 dias, mas evitou assumir compromisso de apoio. A sinalização foi de neutralidade: o senador não pretende ajudar, mas também não deve atuar para atrapalhar — postura descrita como “lavar as mãos”.
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A leitura entre esses aliados é de deterioração rápida do cenário político. A oposição é vista como altamente organizada, com destaque para a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), considerado atualmente um dos principais vetores de mobilização dentro e fora do Congresso.
Nos bastidores, já há discussões entre senadores sobre a possibilidade de impor uma derrota ao governo com potencial impacto eleitoral — movimento que poderia fortalecer o campo oposicionista e projetar Flávio Bolsonaro em um cenário presidencial.
Aliados de Alcolumbre também apontam falhas de coordenação do governo que, na avaliação deles, pode não ter calibrado corretamente o “timing” da indicação. A decisão de avançar agora buscou evitar uma contaminação mais direta pelo período eleitoral, mas acabou colocando o STF no centro do debate político nacional.
A avaliação predominante é a de que pautas envolvendo o Supremo têm forte ressonância na opinião pública e tendem a se refletir nas urnas, ampliando o risco político para o governo.
Apesar da relação historicamente próxima — “Alcolumbre gosta de Lula, e Lula gosta dele”, dizem interlocutores —, há hoje a percepção de um distanciamento entre os dois. Esse afastamento ajuda a explicar a postura mais cautelosa adotada pelo presidente do Senado neste momento.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 02/04/2026/09:22:32
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