Mais de 250 mil litros de diesel do garimpo na Terra Yanomami foram destruídos, diz Casa de Governo

Além do diesel, o cerco à logística dos invasores destruiu mais de 80 mil litros de gasolina, dos quais 16,1 mil eram destinados à aviação (GAV). O prejuízo total ao garimpo ilegal ultrapassa R$ 683 milhões, segundo o governo federal.

O volume de operações passou de 10 mil no período.Entre os equipamentos destruídos usados na atividade estão 2.155 motores, 558 geradores e 504 esteiras separadoras de minério.

Além disso, desde 2024, as forças federais de segurança também desarticularam 845 acampamentos e inutilizaram 290 embarcações, 51 aeronaves e 80 pistas de pouso clandestinas. No mesmo período do balanço, também foram apreendidas 194 toneladas de cassiterita.

A estimativa é de que as ações tenham reduzido em 98% as áreas de garimpo no território, segundo a Casa de Governo. A estratégia mistura repressão direta, monitoramento e bloqueio de rotas de abastecimento.

Mercúrio e ouro

Outro destaque do balanço foram as apreensões recentes de mercúrio histórica de mercúrio. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou 835 quilos do metal em Roraima em menos de 15 dias.

Em uma das ações, foram apreendidos quase 400 quilos do metal de uma só vez na BR-174. A ocorrência é considerada a maior apreensão da corporação no país até o momento.

Além do produto tóxico, só em 2025, Roraima concentrou quase metade de todo o ouro ilegal apreendido no Brasil pela Polícia Federal, com 213,69 kg do minério.

Expansão das ações

Em abril deste ano, o combate avançou para áreas mais remotas da Terra Yanomami. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Força Nacional atuam em conjunto para localizar e destruir acampamentos e dragas na área conhecida como Garimpo do Rangel e Baixo Catrimani.

Ao mesmo tempo, foram destruídas cinco pistas clandestinas nas regiões de Xiriana, Noronha, Capixaba, Quincas e Hélio. Cinco garimpeiros foram presos nesses locais (Veja no vídeo abaixo).

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) também têm fiscalizado rodovias, rios e unidades de conservação. Em locais como Campos Novos, Samaúma e Caracaraí, o foco das abordagens é bloquear o envio de suprimentos e peças de aeronaves.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 27/04/2026/06:16:16

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