Filha de Bruno Mafra diz estar sofrendo ameaças de morte após ter denunciado o pai por estupros no Pará

“Torno público que venho sendo alvo de ameaças de morte, situação que configura conduta criminosa de extrema gravidade. Esclareço que relatei minha história, a qual foi devidamente apurada pelo Poder Judiciário, resultando em condenação reconhecida pela Justiça”, disse.

Segundo a jovem, todas as medidas legais cabíveis já estão sendo adotadas e comunicadas às autoridades. O g1 entrou em contato com as Polícias Civil e Militar e com a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) solicitando um posicionamento sobre o caso, mas ainda não obteve retorno até a última atualização da reportagem.

“Foram anos de luta e hoje eu vivo um luto, porque hoje eu enterrei o meu genitor”, contou a jovem no vídeo. Ela revelou que foram “7 anos de luta para que a gente tivesse uma resposta” após os crimes serem denunciados em 2019, anos após os abusos.

O pronunciamento ocorreu após a confirmação unânime da condenação do cantor pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) na última quinta-feira (26).

Entenda o caso

Bruno Mafra, conhecido como vocalista da banda Bruno e Trio, foi sentenciado a 32 anos de prisão em regime fechado.

O cantor foi condenado por estupro de vulnerável continuado contra duas crianças Segundo a denúncia, os crimes ocorreram entre 2007 e 2011, quando as vítimas tinham 5 e 9 anos de idade, e veio a público em 2019 quando o caso foi denunciado.

O processo corre sob sigilo e teve julgamento em segunda instância na quinta-feira (26) pela 1ª Turma de Direito Penal. Segundo a relatora do caso, a desembargadora Rosi Gomes, os relatos das vítimas foram consistentes e descreveram abusos que envolviam isolamento, manipulação psicológica, exibição de pornografia e atos libidinosos, incluindo sexo oral, ocorridos pelo menos três vezes.

Os depoimentos foram corroborados por familiares, como a mãe, a avó materna e um tio, além de um laudo sexológico que confirmou a materialidade do crime. A defesa pedia a absolvição por insuficiência de provas, mas o recurso foi negado.

Em nota, o escritório Filipe Silveira, responsável pela defesa do cantor, informou que o processo ainda está em curso e que serão adotadas as medidas recursais cabíveis. A defesa sustenta a existência de “relevantes violações ao devido processo legal, com potencial comprometimento da validade jurídica dos atos processuais e da própria decisão proferida”.

Os advogados também registraram preocupação com a divulgação de informações de um processo que tramita sob sigilo, “circunstância que, em tese, exige rigorosa observância das restrições legais de acesso e divulgação”.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 30/03/2026/07:26:10

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