Círio 2026: Corda será produzida novamente em Castanhal, no Pará

A corda se tornou parte integrante do Círio em 1885, após uma enchente da Baía do Guajará alagar a área da orla entre o Ver-o-Peso e as Mercês durante a procissão. A berlinda ficou atolada e os cavalos não conseguiram puxá-la. Os animais foram desatrelados, e um comerciante local emprestou uma corda para que os fiéis ajudassem a conduzir a berlinda. Desde então, o item se tornou fundamental e simboliza o elo entre Nossa Senhora de Nazaré e os devotos.
Produzida no Pará
A parceria, que já existe desde 2023, garante que um dos símbolos mais marcantes da festividade seja fabricado integralmente no Pará, utilizando a fibra da malva amazônica, Segundo a DFN, a segurança dos itens serão será reforçadas.
A corda, produzida com fibras de malva amazônica, será totalmente confeccionada pela CTC, incluindo o entrelaçamento, os nós e as argolas que se conectam às estações.
“Este ano vamos priorizar os nós e argolas, com maior reforço, para evitar qualquer intercorrência durante as procissões”, explicou coordenador do Círio 2026 Antônio Sousa.
Com 800 metros de comprimento, divididos em duas partes de 400 metros para cada romaria (Círio e Trasladação), a corda possui 60 milímetros de diâmetro e 32 nós e argolas. A entrega do material está prevista para setembro.
Da fibra amazônica à fé: o processo de produção
A corda que conduz milhões de fiéis é resultado de um processo que une natureza, tradição, técnica e o trabalho de centenas de paraenses. A matéria-prima é a malva amazônica, cultivada em diversos municípios do nordeste paraense, como Nova Esperança do Piriá, Capitão Poço, Irituia, São Miguel do Guamá, Paragominas e Castanhal.
Cerca de 300 produtores rurais participam direta ou indiretamente dessa cadeia produtiva, que começa no campo com o preparo da área, plantio, colheita, afogamento, lavagem e secagem da malva.
Após a fibra ser enfardada e transportada para a indústria, ela passa por etapas como amaciar, cardar, fiar, retorcer e embalar, até se transformar na corda. Todo o processo leva aproximadamente um mês e conta com a atuação direta de 83 colaboradores da Companhia Têxtil de Castanhal.
Até 2022, a corda era confeccionada em sisal, fibra vegetal produzida em Santa Catarina. A partir de 2023, a mudança para a malva amazônica, proposta pela CTC, buscou trazer uma corda mais macia ao toque para maior conforto aos fiéis, além de valorizar a produção local.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 27/03/2026/14:22:05
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