Caminhoneira brasileira é presa com quase 262 quilos de cocaína escondidos em carreta no Paraguai

Uma caminhoneira brasileira foi presa após ser flagrada transportando 261,9 quilos de cloridrato de cocaína escondidos em uma carreta, em Ciudad del Este, no Paraguai. A apreensão foi realizada por agentes da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), após um trabalho de inteligência indicar a possível presença de entorpecentes no veículo.

A motorista foi identificada como Leonice. Segundo as informações divulgadas pelas autoridades paraguaias, o caminhão transportava uma carga regular de arroz e, conforme a documentação apresentada, tinha como destino final a cidade de São Paulo, no Brasil.

Durante a fiscalização, os agentes localizaram um compartimento preparado no teto da cabine do caminhão. No fundo falso, foram encontrados 235 pacotes contendo a droga, que totalizou quase 262 quilos.

Os tabletes estavam embalados em plástico transparente. Em algumas embalagens, havia a identificação da marca de cigarros Marlboro.

Cocaína foi avaliada em US$ 3,9 milhões

De acordo com uma estimativa divulgada pelas autoridades paraguaias, a carga apreendida poderia alcançar aproximadamente US$ 3,9 milhões no mercado brasileiro.

A operação foi realizada por equipes da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai, com apoio de outros órgãos de fiscalização e segurança. A abordagem ocorreu após informações de inteligência apontarem a possibilidade de transporte de drogas no veículo de carga.

Após a descoberta do compartimento oculto, as autoridades informaram que o caminhão seria submetido a uma inspeção com scanner para verificar a existência de outros fundos falsos ou de mais entorpecentes escondidos na estrutura da carreta.

Investigação continua no Paraguai

A motorista permaneceu à disposição das autoridades paraguaias, que investigam a origem da cocaína, os responsáveis pelo transporte e os possíveis envolvidos no envio da droga ao Brasil.

A apreensão chama a atenção pela quantidade de entorpecentes escondida em um veículo que transportava uma mercadoria aparentemente regular, estratégia que pode dificultar a identificação de cargas ilícitas durante fiscalizações de rotina.

Até o momento, não há confirmação, nas informações consultadas, de que outras drogas tenham sido encontradas durante a inspeção complementar. Também não foram divulgados detalhes conclusivos sobre a origem da carga ou a identidade de possíveis responsáveis pelo envio.

Fonte:Redação Folha do Progresso /Secretaria Nacional Antidrogas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 15/10/2026/10:03:48

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