Bruno e Trio: Cantor condenado por estupro de filhas cantou ‘Criança Perdida’ na Xuxa

O cantor Bruno Mafra, que viveu o auge da carreira musical no Norte e Nordeste e chegou a se apresentar no programa da apresentadora infantil Xuxa Meneghel, o TV Xuxa, em 2008, teve a condenação por estupro de vulnerável continuado mantida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará. A decisão foi unânime e confirmou a pena de 32 anos de prisão em regime inicial fechado.

Na fase de maior popularidade, Bruno liderava a banda Bruno e Trio e realizava cerca de 20 shows por mês. Nesse período, a música “Criança Perdida” se tornou um dos maiores sucessos em estados como Maranhão, Pará, Ceará e Piauí. O reconhecimento levou o cantor a participar do programa comandado por Xuxa, uma das principais apresentadoras infantis do país, fato que ampliou a visibilidade do artista junto ao público.

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Detalhes da denúncia e julgamento

Segundo a denúncia, os crimes ocorreram entre 2007 e 2011, quando as vítimas tinham cinco e nove anos de idade. O caso veio a público em 2019, após a formalização da denúncia. De acordo com o processo, os relatos descreveram episódios de isolamento, manipulação psicológica, exibição de pornografia e atos libidinosos, incluindo sexo oral, repetidos ao menos três vezes.

Durante o julgamento em segunda instância, os desembargadores consideraram que os depoimentos das vítimas apresentaram coerência e consistência. Além disso, familiares, como mãe, avó e tio, confirmaram informações relevantes. Um laudo sexológico também comprovou a materialidade do crime. Por isso, o colegiado decidiu manter a condenação.

Recurso da defesa

Os magistrados também demonstraram preocupação com a frequência de crimes sexuais contra crianças dentro do ambiente familiar. Eles ressaltaram que a palavra da vítima possui valor probatório relevante em crimes dessa natureza, conforme entendimento consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Apesar da condenação confirmada, Bruno Mafra não está preso. Em nota, a defesa informou que o processo ainda está em andamento e que pretende recorrer da decisão. Os advogados alegaram a existência de “relevantes violações ao devido processo legal, com potencial comprometimento da validade jurídica dos atos processuais e da própria decisão proferida”.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 28/03/2026/08:24:49

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