Bebê acorda enquanto é velado, sua mãe mostra como ele está

O bebê Vicent Fiordilino foi achado respirando enquanto todos acreditavam que ele havia partido. Depois de cinco horas no necrotério, tendo tido a sua morte declarada por um médico, foi um funcionário do Instituto Médico Legal quem percebeu que o menino estava vivo!

Quando o funcionário do Instituto Médico Legal do Condado de Maricopa, Estados Unidos, chegou ao hospital para buscar o bebê no necrotério constatou que Vincent estava respirando! “Ele ficou sozinho por cinco horas e meia. Como podem fazer isso com um bebê?”, disse a mãe da criança, Alexus Fiordilino à KNXV.

O bebê Vincent tinha um ano e meio quando se afogou na piscina de sua casa. Isto aconteceu no dia 8 de fevereiro enquanto a família estava assistindo ao Super Bowl, final do campeonato de futebol americano nos Estados Unidos.

Quando foi levado ao hospital pelos socorristas, ele não estaria apresentando sinais vitais, segundo a equipe médica que o atendeu. A mãe relembrou ter sido informada de que os níveis de pH do seu filho estavam “ácidos demais; portanto, mesmo que conseguíssemos trazê-lo de volta, não seria uma vida com qualidade. Ele apenas sofreria”, disse Alexus para o KNXV.

O bebê foi levado ao Dignity Health Mercy Gilbert Medical Center, onde foi declarado morto às 18:20 do dia 8 de fevereiro, de acordo com um relatório do Departamento de Polícia de Gilbert daquela época. “Eu tive que me despedir. Você sabe o quão difícil é isso? Lembro-me apenas de implorar para que ele voltasse”, relembrou a mãe na conversa com a KNXV. Esta é a primeira vez que a mãe fala após o ocorrido. A mãe se pronunciou pela primeira vez nesta semana.

Familiares questionaram o médico sobre o bebê

A mãe também revelou que várias pessoas presentes questionaram o médico que declarou que o bebê Vincent havia falecido. Os pais, a avó paterna e dois policiais que estavam no hospital questionaram o médico Aryan Toosi sobre o seu diagnóstico de que o pequeno Vincent havia partido. “Minha sogra estava lá; ela se aproximou, abraçou-o e disse: ‘Ei, parece que ele está respirando’. E eles responderam: ‘Ah, é normal. É normal que soe assim’”, relatou a mãe.

Apenas cinco horas depois o funcionário do Instituto Médico Legal constatou que o menino de fato estava vivo! O relatório policial diz que a criança foi declarada morta por engano.

Mãe mostra como seu bebê está e revela decisão

A mãe Alexus revelou que seu bebê Vincent está realizando uma série de tratamentos, oito meses após o ocorrido. Porém, infelizmente, ele teve danos cerebrais permanentes, com déficits neurológicos significativos, até hoje ele não consegue falar e também não é capaz de andar sem auxílio. Após o ocorrido, o menino ficou internado por mais dois meses, tendo alta hospitalar em abril.

Agora, a mãe revelou que vai processar o hospital. De acordo com o advogado da família, eles alegam que as horas passadas no necrotério contribuíram mais para as lesões do pequeno Vincent do que o próprio afogamento. O advogado também informou que a família pretende abrir um processo judicial contra o hospital na próxima semana. “Eles fizeram um juramento, não fizeram? Eles precisam fazer tudo o que estiver ao seu alcance”, refletiu a mãe.

Sobre o caso, a assessoria de imprensa do Hospital Dignity Health disse: “Esta é uma situação de partir o coração. Por respeito à privacidade do paciente, não podemos compartilhar nenhuma informação, nem comentar sobre as pessoas envolvidas no atendimento. A segurança do paciente e um atendimento de excelência são nossas maiores prioridades”.

Um porta-voz do Departamento de Polícia de Gilbert também se pronunciou sobre o caso. Ele disse que a investigação sobre o caso não encontrou causa provável para qualquer conduta criminosa por parte da equipe médica. E que por isso nenhuma acusação foi formalizada contra os funcionários do hospital. “O caso está sendo encaminhado à Procuradoria-Geral para análise”, afirmou o representante da polícia.

Inicialmente, a polícia de Gilbert tinha recomendado que os pais do bebê fossem acusados ​​de maus-tratos infantis por suposta negligência; no entanto, a Promotoria do Condado de Maricopa decidiu não apresentar denúncia.

De acordo com a Promotoria, a família tinha várias travas de segurança e outras medidas de proteção, e havia vários adultos na residência, todos acreditando que outra pessoa estava supervisionando o menino. A investigação não encontrou evidências de que os pais tivessem sinais nítidos de alteração (por exemplo, por uso de substâncias).

Fonte: r7 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 26/10/2026/07:12:15

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