Ataque a tiros em escola e casa deixa 10 mortos e 25 feridos no Canadá

Você sabia que um ataque a tiros em uma pequena cidade canadense deixou 10 mortos e 25 feridos em questão de minutos? Na terça-feira (10), Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, enfrentou uma tragédia rara e devastadora que abalou não apenas a comunidade local, mas também o país inteiro. A atiradora, uma jovem estudante de 18 anos, tirou a própria vida após o atentado, deixando perguntas inquietantes sobre segurança e saúde mental no Canadá.

Esse episódio chocante ocorreu em uma escola de ensino médio e em uma residência próxima, evidenciando a vulnerabilidade mesmo em localidades pequenas e pacatas. Além disso, o impacto emocional e social reverbera em todo o território canadense, onde ataques desse tipo são incomuns. Como o país e o mundo devem reagir diante dessa violência inesperada? E quais lições podemos extrair para prevenir futuras tragédias?

O erro que 10 mortes revelam sobre segurança em pequenas cidades

O ataque aconteceu por volta das 13h20, horário local, na Tumbler Ridge Secondary School, que atende cerca de 160 alunos. A atiradora abriu fogo dentro da escola e, em seguida, em uma casa próxima, onde outras vítimas foram encontradas. A polícia local confirmou que seis pessoas morreram dentro da escola, duas em uma residência e uma outra vítima faleceu a caminho do hospital.

Além disso, as autoridades encaminharam 25 feridos para hospitais da região, com alguns em estado grave e outros com ferimentos leves. Entretanto, até o momento, não divulgaram detalhes sobre as identidades ou idades das vítimas. A polícia também confirmou que a suspeita correspondia à descrição de um alerta emitido anteriormente, que indicava uma mulher de vestido e cabelos castanhos.

Mas o que 10 mortes significam para uma cidade de pouco mais de 2 mil habitantes? Isso representa uma perda imensa e um trauma coletivo que desafia a capacidade de resposta das autoridades locais e nacionais.

Por que uma estudante de 18 anos cometeu o ataque inesperado?

Segundo o jornal canadense “Western Standard”, a atiradora se chamava Jesse Strang, uma mulher transgênero que estudava na própria escola. Colegas a descreveram como uma pessoa tranquila, porém reservada e um pouco deslocada. A polícia encontrou Jesse com um ferimento de bala e acredita que ela tenha cometido suicídio após o ataque.

Em coletiva, a polícia local não confirmou a idade exata da atiradora nem quantas das vítimas eram crianças. O porta-voz afirmou que as investigações seguem para esclarecer as conexões entre a autora e as vítimas, além de entender os motivos do crime.

Mas por que uma jovem aparentemente tranquila decidiu agir com tamanha violência? Essa pergunta desafia especialistas em segurança pública e saúde mental, que buscam compreender os fatores que levam a esses episódios trágicos.

O que estudantes e autoridades revelam sobre a resposta ao ataque

Um estudante do último ano, Darian Quist, relatou à rádio CBC que, ao entrar na sala por volta das 13h30, ouviu o alarme que indicava bloqueio das portas. Ele e os colegas usaram mesas para trancar as entradas e permaneceram assim por mais de duas horas até a chegada da polícia, que os escoltou para fora da escola.

A mãe de Darian, que acompanhou o filho por telefone durante o ataque, descreveu a cena do lado de fora, com policiais armados, bombeiros e ambulâncias em prontidão. Ela destacou o clima de tensão e o esforço das equipes de emergência para controlar a situação.

Além disso, a ministra da Segurança Pública da Colúmbia Britânica, Nina Krieger, afirmou que o governo oferece toda a assistência necessária à polícia montada do Canadá (RCMP) e ressaltou a importância da cooperação entre escola, equipes de emergência e comunidade para a resposta rápida ao incidente.

O primeiro-ministro Mark Carney expressou profunda tristeza e solidariedade às famílias das vítimas, suspendendo sua viagem à Conferência de Segurança de Munique para acompanhar de perto os desdobramentos. Outros líderes provinciais, como Scott Moe e François Legault, também manifestaram apoio e consternação.

O líder do Partido Conservador, Pierre Poilievre, declarou estar abalado com a violência sem sentido e enviou pensamentos às famílias, estudantes, professores e equipes de emergência. Esse episódio reacende o debate sobre políticas de controle de armas e saúde mental no país.

38 milhões. Esse é o número aproximado da população do Canadá, um país conhecido por sua estabilidade política e altos índices de desenvolvimento humano.

Durante os últimos anos, o Canadá manteve um PIB per capita elevado e um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,929, posicionando-se entre as nações com melhor qualidade de vida.

Fonte: G1 MUNDO  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2026/16:16:32

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