Alunos são suspensos por criar ‘ranking sexual’ com fotos de 30 colegas adolescentes em Instituto Federal no RS

O caso, que envolve 30 estudantes adolescentes, veio à tona no último final de semana e foi registrado na Polícia Civil por famílias das vítimas.

O material, compartilhado em um grupo de rede social e por aplicativos de mensagens, continha um “ranking de meninas” com imagens não autorizadas, classificações ofensivas e comentários depreciativos.

A mãe de uma das vítimas, que não quis se identificar, relatou que a exposição gerou constrangimento, humilhação e abalo emocional.

Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil do Rio Grande do Sul como cyberbullying, uso indevido de imagem e atos infracionais análogos a crimes contra a honra — as idades dos alunos suspensos não foram divulgadas.

O que diz o IFSUL

A reitoria do IFSul informou que os oito alunos foram suspensos e que o caso está sendo tratado como assédio. A instituição afirmou que as 30 alunas citadas na lista devem receber atendimento com psicólogos e assistentes sociais nos próximos dias.

Segundo a vice-reitora, Lia Nelson, o IFSul aguarda orientação das autoridades sobre como proceder. Está prevista uma reunião com a Promotoria da Infância e Juventude, do Ministério Público, e orientações com a Delegacia da Mulher, da Polícia Civil. A instituição também declarou que está preparando ações pedagógicas de conscientização sobre o problema para todos os estudantes.

“A Reitoria e a Direção-Geral do Câmpus Pelotas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul) manifestam seu mais veemente repúdio a qualquer forma de assédio, seja virtual ou presencial, especialmente quando envolve membros da comunidade acadêmica.

O episódio que atinge estudantes desta instituição está sendo tratado com a máxima seriedade. Assim que tomou conhecimento dos fatos, a Direção-geral do Campus Pelotas, em conjunto com a Reitoria do Instituto, deu início à implementação de medidas para apurar os fatos e, se necessário, encaminhar o caso às autoridades competentes. A comunidade pode estar segura de que não serão poupados esforços para garantir a transparência e a integridade deste processo.

Reiteramos nosso compromisso com a defesa da dignidade humana, do respeito mútuo e da integridade de todos os estudantes, servidores e familiares. Não toleraremos práticas que atentem contra esses valores. Reafirmamos, em especial, nosso compromisso com a valorização e proteção das mulheres, garantindo um ambiente livre de discriminação e violência de gênero.

Pedimos à comunidade que evite a disseminação de informações não verificadas, aguardando a conclusão das apurações oficiais”, diz nota.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 24/03/2026/14:52:40

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