Alepa analisa PL que faz agressores de mulheres pagarem por tornozeleiras eletrônicas no Pará

A Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) confirmou nesta quarta-feira (6) que recebeu um Projeto de Lei (PL), do Governo do Estado, que obriga agressores de mulheres a pagar pelas tornozeleiras eletrônicas usadas como medida cautelar pelo Judiciário. A proposta foi enviada pela governadora Hana Ghassan.

Para virar lei, o PL precisa antes passar por comissões, como a de Constituição e Justiça, ser votado em plenário em dois turnos, passar pela redação final e ser enviado ao governo para sanção ou veto.

Com a medida, o agressor seria responsável pelos custos do dispositivo. O projeto também regulamenta a responsabilização por danos, inutilização ou extravio dos equipamentos e acessórios.

De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), o custo diário de uma tornozeleira é de R$ 8,35: equivalente a mais de R$ 250 por mês.

O governo do Pará, autor do PL, afirma que as mudanças não criam cargos nem ampliam funções básicas, limitando-se a regras de responsabilização financeira, ressarcimento e fiscalização administrativa.

Dados da Seap mostram que, entre novembro de 2023 e fevereiro de 2025, foram registradas 1.473 tornozeleiras perdidas ou danificadas e 2.241 carregadores com o mesmo problema.

Os recursos arrecadados com o ressarcimento, se o PL for aprovado, seriam destinados ao Fundo Penitenciário do Estado do Pará (Funpep).

Como funciona tornozeleira eletrônica

O equipamento é imposto pelo Poder Judiciário como medida cautelar e rastreia em tempo real a localização via GPS e rede celular de pessoas em regime semiaberto, aberto, prisão domiciliar ou sob investigação.

À prova d’água, a tornozeleira aciona alertas automáticos na central 24 horas em casos de descumprimento de perímetro, violação do aparelho ou queda de bateria.

A Central Integrada de Monitoramento Eletrônico (Cime), da Seap, acompanha o cumprimento de pena ou monitoramento judicial.

Saiba como denunciar agressão à mulher

Denúncias podem ser feitas presencialmente em qualquer delegacia da Polícia Civil ou de forma anônima e gratuita pelo Disque-Denúncia (181) ou pelo serviço de Inteligência Artificial Anônima “Iara”, no WhatsApp (91) 3210-0181.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 07/05/2026/14:09:50

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